- Desmatamento
1991 - 2000
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Cobertura Vegetal
1999
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Distribuição da Vegetação no Município
1999
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Alteração da Vegetação Significativa na Bacia do Cabuçu de Baixo
2002
escala 1:40.000 (DWF), 1:80.000 (JPG) e 1:40.000 (PDF)
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- Alteração da Vegetação Significativa na Bacia do Cabuçu de Baixo (detalhe)
2002
escala 1:20.000 (DWF), 1:40.000 (JPG) e 1:20.000 (PDF)
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* Para visualizar os mapas, consulte a seção Índice de Mapas



Apresentação


Vegetação do Município de São Paulo

Este tema, priorizado na primeira fase dos trabalhos, envolveu técnicos de todos os departamentos da SVMA num esforço por sistematizar as informações existentes sobre a vegetação e também sobra a fauna.

O documento "Vegetação Significativa de São Paulo" (SMA/SEMPLA,1988) foi utilizado como referência, por ainda ser a melhor fonte de informações sistematizadas sobre o assunto. Contudo, ele se encontra esgotado havendo poucos exemplares disponíveis.

Além disso, ele carece de atualização pois foi publicado em 1988 e essa tarefa consta dos objetivos da equipe, que pretende incorporar novas tecnologias como geoprocessamento e sensoriamento remoto, para sua realização.

Mais que pintar um quadro de devastação, procurou-se apontar as principais ações a serem implementadas no sentido de preservar o que ainda resta de beleza natural na tão cinzenta paisagem do Município.

As informações disponíveis tratam de: Instrumentos Legais, Arborização Urbana, Unidades de Conservação, Parques Municipais, Desmatamento e um estudo sobre a situação da Vegetação Significativa na bacia do Córrego Cabuçu-de-Baixo e são apresentadas nos sub-itens deste tema.

Redução da cobertura vegetal - Segundo USTERI (1911), a região onde se insere atualmente a cidade de São Paulo apresentava-se originalmente recoberta basicamente por vegetação de várzea, campos e florestas.

A partir da década de 40, o perfil de São Paulo como metrópole industrial consolidou-se definitivamente, iniciando-se o processo de periferização. Na década de 70 a concentração de renda intensificou-se e a lógica da construção da cidade passa pelo deslocamento das centralidades associado à exclusão territorial dos mais pobres, incrementando-se a favelização.

Este processo de ocupação torna-se particularmente perverso para a cobertura vegetal ainda existente, esteja ela localizada em áreas públicas quanto particulares. A maioria das atuais 1855 favelas do município ocuparam as áreas livres públicas e em particular as destinadas à implantação de áreas verdes.

Desta forma, apesar da carência de dados sistematizados sobre a evolução das áreas verdes, é notório que ao longo das últimas décadas tem ocorrido uma redução significativa da vegetação, influenciando na qualidade de vida da metrópole.

Tipos de vegetação - A cobertura vegetal hoje existente no município é constituída basicamente por: fragmentos da vegetação natural secundária (floresta ombrófila densa, floresta ombrófila densa alto montana, floresta ombrófila densa sobre turfeira e campos naturais), que ainda resistem ao processo de expansão urbana, em porções mais preservadas no extremo sul, na Serra da Cantareira ao Norte e em manchas isoladas, como as APAs do Carmo e Iguatemi, na zona leste; por ambientes implantados, em áreas urbanizadas, restringindo-se aos parques e praças municipais e a escassa arborização viária; e por conjuntos ou espécimes isolados em terrenos particulares.

Para maiores informações sobre este tema, veja no menu à esquerda o ítem Relatório da Cobertura Vegetal.

Para ver o relatório ambiental completo da cidade, faça download do Atlas Ambiental do Município de São Paulo, disponível em pdf.





Cobertura Vegetal de São Paulo


Atlas Ambiental do Município de São Paulo


atlasambiental@prefeitura.sp.gov.br